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segunda-feira, 26 de julho de 2010


- DOMINGO, DIA 05/09/2010, ENCONTRO FRATERNO -


ORGANIZAÇÃO DOS PORMENORES PARA VIAGEM À COMUNIDADE INDÍGENA CATU DOS ELEOTÉRIOS, LOCALIZADA ENTRE CANGUARETAMA E GOIANINHA.

COM A GRAÇA DO SUPREMO ARQUITETO, NOS ENCONTRAREMOS ÀS 19:00 HORAS.

QUE AS ROSAS FLORESÇAM!

sábado, 3 de julho de 2010

ANJOS, SEGUNDO A FILOSOFIA DE CORNÉLIO AGRIPPA (ESTUDO DE 27/06/2010)



Cornélio Agrippa foi um dos mais importantes magos do século XVI. No capítulo XVII do III capítulo de sua Obra Oculta Philosophia, há um estudo bastante interessante sobre "Anjos" - tema de nossos dois últimos encontros.




Agrippa inicia citando a opinião de teólogos cristãos e de filósofos gregos, como Dionísio e Proclo, segundo os quais há três "diferenças" de anjos, cada "diferença" estando dividida em três ordens. Assim: três hierarquias, cada uma divididas em três coros.


1. Hierarquia: Serafrins, Querubins e Tronos - Entes espirituais que contemplam a Ordem da Divina Providência. Os Serafins, contemplam na Bondade de Deus; os Querubins, a Essência de Deus em Sua Forma; e os Tronos, a Sabedoria Divina.
2. Hierarquia: Dominações, Virtudes e Potestades: "demônios mundanos que cooperam no governo do mundo" (a palavra "demônio" utilizado em sentido mais arcaico, ou seja, um termo genérico aplicado para qualquer entidade espiritual, divididas em demônios celestes e demônios infernais. Por "mundo" entende-se o mundo superior, o Universo). As Dominaçõs, "ordenam o que os outros executam"; as Virtudes administram os céus e cooperam às vezes com a realização de milagres; e as Potestades rechaçm o que aparentemente pode perturbar a Lei Divina.
3. Hierarquia: Principados, Arcanjos e Anjos: "demônios ministros, que têm a seu cargo a custódia das coisas celestes deste mundo inferior". Os Principados se encarregam das coisas públicas, dos príncipes e magistrados, das províncias e reinos (acredita-se que, conforme fica patente no Velho Testamento, cada país ou reino tenha seu anjo regente). Os Arcanjos assistem aos sacrifícios, dirigem o culto divino de cada homem oferecendo às divindades os sacrifícios humanos. Os Anjos dispõem de coisas menores e guardam cada um em particular; dão Força e Virtude às ervas, pedras e coisas inferiores; e possuem coisas em comum com Deus e com os homens, sendo nossos mediadores.

sábado, 15 de maio de 2010

SÍNTESE DO ESTUDO REALIZADO EM 21/02/2010

ENTIDADES ASTRAIS FISICAMENTE MORTAS
Arthur E. Powell, em O CORPO ASTRAL, classifica as entidades em:
1. Pessoa comum depois da morte: todos os níveis de pessoas, em diversas condições de consciência.
2. A sombra: com o fm da vida astral, o corpo astral entra em desintegração. Geralmente, uma porção de matéria mental inferior permanece presa ao cadáver astral. A sombra não é o indivíduo real, mas um cadáver astral que guarda sua aparência exata, memória e pequenas características - um feixe sem alma das qualidades inferiores do indivíduo.
3. Cascão: é o cadáver astral nos últimos estágios de sua desintegração, isento de átomos mentais. Vaga pelas correntes astrais, podendo ser galvanizado mentalmente, alimentado por um elemental artificial.
4. Um cascão vitalizado é sempre malevolente - sem sentidos, vida ou inteligência, além daquelas do elemental artificial que o anima, fruto do maus pensametos humanos.
5. Suicidas e vítimas de morte súbita em determinados casos podem ser considerados vampiros menores. Ao terem oportunidade, podem prolongar suas existências sugando a vitalidade de seres humanos vítimas de suas influências.
6. O vampiro e o lobisimem. Classes extremamente raras.
"É, de fto, possível que um homem viva uma existência de tal forma degradada, egoísta e brutal, que o todo da mente inferior se torne emaranhado em seus desejos e acabe por se separar do ego superior. Isso é possível apenas quando o menor raio de altruísmo e espiritualidade foi abafado, e quando não há qualquer aspecto que leve à redenção.
Tal entidade perdida encontra-se bem depressa, após a morte, incapaz de conservar-se no plano astral e é irresistivelmente atraída em plena consciência, para "seu próprio lugar", a misteriosa oitava esfera, para ali desintegrar-se lentamente, após experiências que é melhor não descrever. Se, contudo, morreu pelo suicídio ou pela morte súbita, pode sob certas circunstâncias, espcialmente se sabe algo de magia negra, evitar esse destino passando à horrenda existência de vampiro.
Já que a oitava esfera não pode reclamá-lo enquanto não chega a morte do corpo, ele o preserva numa espécie de transe cataléptico, transferindo para ele o sangue que suga de outros seres humanos através de seu corpo astral semimaterialziado, adiando assim seu destino final e cometendo, para tanto, mortes por atacado. O remédio mais eficaz, num caso assim, tal como a "superstição" popular corretamente supõe, é cremar o corpo, privando assim aquela entidade do seu ponto de apoio.
Quando a sepultura é aberta, o corpo aparece habitualmente bastante viçoso e sadio, e em geral o ataúde não se mostra cheio de sangue. A cremação, como é óbvio, torna impossível essa espécie de vampirismo.
O Lobisomem pode manifestar-se, de início, somente durante a vida física de um homem, e isso implica invariavelmente em algum conhecimento das artes mágicas - suficiente pelo menos para que ele consiga projetar seu corpo astral.
Quando um homem inteiramente brutal e cruel faz tal coisa, sob certas circunstâncias o corpo astral pode ser apanhado por outras entidades astrais e ser materialziado, não sob forma humana, mas sob a forma de algum animal selvagem, quase sempre um lobo. Nesta condição ele perambulará pela região que o rodeia, matando outros animais e mesmo seres humanos, satisfazendo assim não só sua própria sede de sangue como também a dos demônios que o excitam.
Nesse caso, como com freqüência acontece com as materializações comuns, uma ferida feita à forma astral será reproduzida no corpo físico humano, por um curioso fenômeno de repercussão [...]. Depois da morte do corpo físico, entretanto, o corpo astral, que provavelmente continuará a aárecer da mesma forma, é menos vulnerável.
Será, entretanto, menos perigoso, e, a não ser que encontre um médium apropriad, não poderá manifestar-se integralmente. Em tais manifestações há, provavelmente, uma grande quantidade de matéria do duplo etérico, e talvez até mesmo algum do líquido dos constituintes gasoss do corpo físico, como no caso de algumas materializações. Em ambos os casos, esse corpo fluídico parece capaz de ir a distâncias maiores do corpo físico do que de outra maneira seria possível, tanto quanto se sabe, a um veículo contendo matéria etérica.
As manifestações, tanto de vampiros como de lobisomens, restringem-se quase sempre à vizinhança imediata de seus corpos físicos." (POWELL, O CORPO ASTRAL. São Paulo: Pensamento, p. 150-151).
7. O mago negro e seus discípulos: semelhantes aos discípulos que esperam reencarnação, sendo, porém, um desafio ao processo natural de evolução, mantendo-se no plano astral através de artes mágicas quase sempre da pior qualidade, às expensas de outros e pela absorção de suas vidas.
8. O discípulo à espera de reencarnação: Classe rara. Um Discípulo que resolveu não passar para o mundo celestial, mas continuar a trabalhar no plano físico, tem, às vezes, com a permissão de uma autoridade muito alta, possibilidade de fazê-lo. Assim sendo, o discípulo permanece no plano astral enquanto a matéria está sendo arranjada - se tocar no plano mental, pode ser irresistivelmente arrastado para o processo de evolução normal e, consequentemente, ao Mundo Celestial. Ocasionalmente, o disicípulo pode ser colocado num corpo adulto.
O discípulo fica com a consciência integral do plano astral e preparado para seguir adiante com o trabalho que lhe foi designado pelo Mestre.
9. Os Nirmanakayas: É muito raro um ser tão elevado manifestar-se no plano astral, visto ter conquistado o direito de repouso, durante infinitas eras, em beatitude indescritível. Decidindo viver na Terra, o Nirmanakaya fica "entre este mundo e o Nirvana", a fim de gerar correntes de força espiritual que possam auxiliar a evolução.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

IMAGENS DO NOSSO "LABORATÓRIO"


Quadro de estudos: pentagrama, sephirots, chacras e glândulas.



Pintura da autoria de Silva, caboclo canguaretamense.

"Meditação" - autor: Rômulo Angélico.


Pintura de autoria da artista plástica Sinara.



Pintura da autoria de Walter Gonzales.

Escultura-pintura da autoria de Walter Gonzales.

QUE AS ROSAS FLORESÇAM!

sexta-feira, 5 de março de 2010

PRÓXIMO ENCONTRO: 18/04

- EXPOSIÇÃO DE LIVROS ROSACRUZ, MAÇÔNICOS E DO CÍRCULO ESOTÉRICO DA COMUNHÃO DO PENSAMENTO, PUBLICADOS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX -
DANDO CONTINUIDADE AOS NOSSOS ESTUDOS, REALIZAREMOS NO DOMINGO (18/04), COM A GRAÇA DO SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO, MAIS UM ENCONTRO FRATERNO.

CONVERSAREMOS SOBRE O TEXTO "CHRISTO-ABRAXAS-BAPHOMET-THELEMA", DE AUTORIA DO PATRONO DA FRA - ARNOLD KRUMM-HELLER.

OS INTERESSADOS PODEM TER ACESSO AO TEXTO NO LINK:

http://www.upasika.com/docs/krumm/Krumm%20Heller%20-%20Artigos.pdf

SERIA INTERESSANTE UMA LEITURA PRÉVIA DO MESMO, ANTES DO ENCONTRO.

LOGO MAIS POSTAREI NESTE BLOG UMA SÍNTESE DOS TEMAS ESTUDADOS EM ENCONTROS ANTERIORES (ENTIDADES ASTRAIS NÃO HUMANAS E ESPÍRITOS ELEMENTAIS)

GRANDE ABRAÇO PARA TODOS E TODAS! ATÉ DOMINGO, DIA 18/04, ÀS 19:00 HORAS (FAVOR CHEGAR COM 10 MINUTOS DE ANTECEDÊNCIA, PARA QUE OS TRABALHOS POSSAM OCORRER O MAIS CEDO POSSÍVEL).

Rômulo Angélico.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

DOMINGO, 21/02/2010, ENCONTRO FRATERNO

Dando continuidade às nossas investigações sobre entidades e dimensões espirituais, seguiremos estudando o capítulo XIX do livro O CORPO ASTRAL, de autoria do teósofo Arthur E. Powell: Entidades Astrais: Humanas.
FAVOR CHEGAR 15 MINUTOS MAIS CEDO PARA QUE POSSAMOS INICIAR O ENCONTRO ÀS 19:00 HORAS PONTUALMENTE!

- SÍNTESE DO ESTUDO DE 31/01/2009 -
ENTIDADES ASTRAIS HUMANAS: fisicamente vivos.
Segundo Dion Fortune, os sete planos de existência são: 7° plano, o mais elevado de todos, chamado Plano Espiritual Superior ou Plano do Espírito Puro, no qual "o Todo é Um e o Um é o Todo", caracterizado por uma harmonia absoluta e pela existência de essências monádicas; 6° o Plano do Espírito Concreto ou Espiritual Inferior, no qual surgem os sete rais por onde descerão as mônadas adquirindo suas tendências; 5° Plano da Mente Abstrata ou Mental Superior, onde os núcleos de vida se põe em função; 4° Plano da Mente Concreta ou Mental Inferior - caracterizado pelo pensamento E.concreto e memória; 3° Astral Superior - caracterizado pelo desejo de união; 2° Astral Inferior - plano dos instintos e paixões caracterizado pelo desejo de atrair ou possuir; 1° o Plano Físico, o plano em que vivemos.
Conforme pode-se apreender do livro de Jorge Adoum, AS CHAVES DO REINO INTERNO, entre o Astral Superior e o Astral Inferior há sete níveis de vibrações nos quais átomos e entidades astrais se fazem presentes, com suas respectivas vibrações mais ou menos rápidas e sutis. A maioria dos átomos e entidades astrais, porém, são de vibração muito lenta, salvo aqueles do Astral Superior.
Para Arthur E. Powell, os seres humanos fisicamente vivos que ocupam o Astral se dividem em:
1. Pessoa comum, cujos corpos físicos estão adormecidos e que flutuam pelo Plano Astral em vários níveis de consciência;
2. Psíquicos: Pessoa psiquicamente desenvolvida que, fora do corpo físico, encontra-se em perfeita consciência mas que, por falta de um treinamento apropriado pode ser enganada quanto ao que vê - suas recordações podem variar entre perfeita nitidez, máxima distorção ou absoluto esquecimento;
3. O Adepto e seus discípulos: Classe que não emprega habitualmente o corpo astral, mas sim o corpo mentral. "Não sendo o corpo mental perceptível à visão astral, o discípulo que nele trabalha aprende a reunir em torno de si um véu temporário de matéria astral, quando deseja tornar-se visível para entidades astrais";
4. O mago maligno e seus discípulos: Classe que corresponde mais ou menos à do Adepto e seus discípulos, cujo desenvolvimento, entretanto, foi para o mal - ou os poderes adquiridos são usados em propósitos egoísticos e não altruísticos. Acrescento que magos malignos e discípulos, devido suas vibrações inferiores e átomos grosseiros, não conseguem ultrapassar o Plano Astral.
Saúde, Fé e Paz para todos e todas! Que as Rosas Floresçam.

domingo, 24 de janeiro de 2010

ENTIDADES ESPIRITUAIS NÃO-HUMANAS (SÍNTESE DO ESTUDO DE 10/01/2010)


BASEADO NO TEXTO “NÃO-HUMANOS”, DE DION FORTUNE



Para Dion Fortune, entidade espiritual não-humana é “todo tipo de inteligência sensível que agora não esteja encarnada em um corpo humano” – desde espíritos desencarnados que se manifestam em centros espíritas, a Adeptos e Mestres dos Planos Internos. Seriam modos de consciência diferentes do nosso: seres que não ocupam lugar no espaço, que não têm peso ou massa e que interpenetram a matéria densa.

A existência de forças invisíveis além da matéria densa; e a existência de linhas de evolução distintas da humana; seriam indícios da manifestação dessas entidades.

Pode-se entrar em contato com tais entidades observando atenciosa e analiticamente as manifestações da natureza; por intermédio de um médium de materialização, que libere ectoplasma capaz de revestir temporariamente uma dessas personalidades; e por meio de operações mágicas através das quais possam ser invocados à manifestação. Acrescento que o desdobramento astral e o uso de plantas enteógenas (o yagé, o mariri, a chacrona e a jurema, por exemplo) podem favorecer determinados contatos com entes espirituais.

Para Dion Fortune, entretanto, o contato com essas formas de consciência é um processo fora do normal para nós e para elas.

Fortune classifica as entidades não-humanas em cinco tipos:
1° Mortos viventes: espíritos humanos de mortos que ainda estão dentro da esfera terrena, ou seja, personalidades humanas desencarnadas que ainda não migraram para planos existenciais mais elevados;
2° Espíritos elementais: seres de uma espécie absolutamente diferente da espécie humana. Não possuem Centelha Divina e, por isso, serão desintegrados no fim do atual processo de evolução – a menos que desenvolvam uma natureza espiritual particular (um ser humano que mantém contatos inconscientes ou imprudentes com espíritos elementais corre o risco de enlouquecer);
3° Seres angélicos e Grandes Arcontes: Espíritos que, sob comando divino, construíram os planos da Natureza no tempo de outras evoluções. Nunca tiveram uma encarnação ou desceram para a matéria. Os Grandes Arcontes foram os criadores dos espíritos elementais – por isso os últimos não têm Centelha Divina, visto serem criações de Criaturas;
4° Formas-pensamento, também chamadas elementais artificiais ou elementares: entidades criadas consciente ou inconscientemente por seres humanos, que podem ser utilizadas por outras entidades espirituais;
5° Qliphoth (demônios): habitam o Reino da Força Desequilibrada – são diferentes tipos de desarmonia, geralmente reforçadas por maus pensamentos.

Para quê entrar em contato com algum desses seres? Haveria necessidade disso? Lembremos, primeiramente, que só o ocultista Iniciado pode realmente estabelecer contatos seguros com eles. Raros são os casos em que outra pessoa possui as chaves para fazê-lo. Segundo Fortune, às vezes o Adepto precisa manter certos contatos: “poderá ter que abrir uma esfera para, como um Cirurgião, realizar uma operação a fim de restituir o equilíbrio e fazer retornar, para sua própria esfera, aquilo que está errado. E ele também poderá operar as forças de uma esfera com o propósito de trazer o poder concentrado dessa esfera para o seu próprio ser, a fim de trabalhar com ele. Terceiro, pode ser que ele tenha que realizar algum trabalho especial, que só pode ser feito dessa maneira. Em suma, para trazer harmonia, para intensificar a sua própria natureza e, possivelmente, por outras razões”.

FORTUNE, Dion. Magia Aplicada. São Paulo: Pensamento, 1998. p. 47-54.

- PRÓXIMO ESTUDO: DOMINGO, 31/01/2010, ÀS 19:00 HORAS (CHEGAR COM 15 MINUTOS DE ANTECEDÊNCIA) -

“Pode o homem ser iniciado fisicamente várias vezes; porém se não for aprovado pela Inteligência Solar interna e se não adquirir a Grande Consciência para sempre, inúteis serão suas iniciações.”

Jorge Adoum

DICA DE LEITURA: AS CHAVES DO REINO INTERNO. AUTOR: JORGE ADOUM (MAGO JEFA)